quarta-feira, 31 de maio de 2017

Refletir sobre a alimentação: algumas vantagens do vegetarianismo

Ao longo do 2º e 3º períodos, os alunos do 10º B tiveram oportunidade de aprofundar algumas questões relacionadas com a alimentação sustentável.
Este excerto de um trabalho realizado pelas alunas Luísa Monteiro, Carolina Alves, Mariana Capela e Filipa Carreira  é um exemplo da relação produção alimentar/ambiente.

Uma viagem ao mundo da gastronomia molecular pelo 11º A

Durante todo o dia, na ESTM, em Peniche, os alunos realizaram atividades relacionadas com tema da alimentação sustentável. Um delas centrou-se num tema bastante interessante: Gastronomia Molecular, onde foi possível observar a produção de esparguete através de produtos químicos. Tratou-se pois de uma atividade experimental.
Sabe-se que hoje em dia a produção de alimentos é possível em laboratório, sendo a Gastronomia Molecular o ramo da ciência dos alimentos que se ocupa dessa árdua tarefa. Esta ciência está em constante desenvolvimento e progresso. Tem como objetivo principal analisar cientificamente os fenómenos que ocorrem quando se cozinha e se degustam os alimentos. É assim uma área de estudos interdisciplinar que envolve a física, a química, a biologia, a bioquímica, entre outras.
A Gastronomia Molecular, para além de contribuir para otimizar os resultados, permite a introdução de novas técnicas culinárias. Sendo assim, esta área científica é inovadora e pode contribuir em muito para o desenvolvimento de novas técnicas e hábitos alimentares. O ser humano deixa, assim, de estar completamente dependente dos produtos que a terra lhe fornece, conseguindo através desta a produção de determinados alimentos, havendo sempre a possibilidade de melhorar o seu aspeto, como por exemplo através do uso de corantes. Inúmeras são as técnicas utilizadas de forma a cativar o consumidor. A Gastronomia Molecular revela assim ser uma ciência indispensável ao próprio desenvolvimento da humanidade, podendo ser encarada com uma ciência do futuro.
Mariana Mendes
Maria Fontes
Maria Vieira
Margarida Campos 
Miguel Santos
Sara Passadouro

"Nunca desperdices, pois com as coisas mais impensáveis podes fazer coisas imagináveis!" pelo 11º A

Realizámos diversas atividades laboratoriais relacionadas com o tema da alimentação sustentável, desde o fabrico do pão com farinha de algas até à conservação de alimentos com um método inovador.
Uma das atividades focou a valorização dos subprodutos de pesca, com o objetivo de provar que não devemos desperdiçar sobras, pois servem para fabricar diversos alimentos, como por exemplo os douradinhos, que foi exatamente o objetivo desta atividade.
Primeiramente, realizámos a sua lavagem, com três águas e sal a fim de eliminar quaisquer impurezas. Seguidamente, trituramos o peixe e acrescentamos o pão ralado e a farinha e também corante ao nosso gosto, a fim de os tornar mais apelativos, por ultimo procedemos à sua confeção.
Este projeto proporcionou-nos uma nova perspetiva acerca da alimentação e do modo de utilização dos alimentos que atualmente muita gente desconhece. Deste modo, concluímos que não devemos desperdiçar nenhum alimento, pois existe sempre uma forma de o utilizarmos.
Em opinião unânime, verificamos que este Projeto é uma mais-valia para a sociedade num todo, pois, sem desperdício, garantimos a nossa sobrevivência, uma vez que os recursos são finitos e muitas espécies encontram-se em vias de extinção.
Por isso, já sabes: nunca desperdices, pois com as coisas mais impensáveis podes fazer coisas imagináveis!
Carolina Santos
Fábio Ferreira
João Cruz
Marco Gameiro

O mar no pomar pelo 11º A

Foi-nos dada a oportunidade de, no dia 13 do passado mês de fevereiro, participarmos numa visita de estudo organizada no âmbito do projeto “Eathink2015”, focado na alimentação sustentável.
Foram realizadas atividades no âmbito da confeção de alimentos e sua conservação, utilizando recursos naturais que estão lentamente a afirmar-se no mercado da gastronomia portuguesa.
A atividade “Permite também que os fornecedores de supermercados importem os alimentos com uma maior probabilidade de durarem mais tempo sem apodrecerem, mantendo um sabor mais aproximado do seu sabor em estado natural.
O mar no pomar” consistiu na realização do processo de conservação de maçãs evitando a sua rápida oxidação. Quando mergulhadas numa solução previamente preparada com base em recursos naturais, neste caso com produtos obtidos através das algas, consegue-se reverter o processo de oxidação das maçãs, podendo-se conservá-las por mais tempo. É um processo inovador, bastante original e pode ser uma boa aposta na substituição dos atuais métodos de conservação em que são usados químicos para conservar alimentos tais como vegetais e fruta.
Rodolfo Duro
João Marcelino
Luís Oliveira
Eduardo Oliveira

Sabores e texturas de novos produtos do mar: Avaliação sensorial pelo 11º A

No passado dia 13 de Fevereiro, os alunos das turmas 11ºA e 10ºB tiveram o privilégio de participar numa visita de estudo no âmbito do Projeto “EAThink2015” na Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar de Peniche pertencente ao Instituto Politécnico de Leiria (IPL). Aí realizámos atividades laboratoriais, tendo uma delas sido denominada “Sabores e texturas de novos produtos do mar: Avaliação sensorial”.
Esta atividade consistiu na análise de produtos (pão e gelado, neste caso feitos com algas) através dos sentidos (olfato, tato, visão, paladar). As cabines nas quais realizámos estas análises permitiram a individualização do espaço de cada aluno. Nestas, os alunos puderam avaliar os diversos parâmetros dos produtos sem quaisquer interferências exteriores que pudessem afetar a concentração dos mesmos e consequentemente a fidelidade dos resultados finais. Neste caso específico, o facto de os alimentos serem compostos por algas pretende mudar a perspetiva da sociedade em relação a um produto natural e saudável no qual, particularmente no gelado, a lactose não é usada, permitindo o consumo a intolerantes da mesma.
O facto de esta atividade envolver uma abordagem clara e concisa destinada a alunos do ensino secundário, permitiu-nos compreender a importância de testar e avaliar os produtos alimentares antes de estes serem comercializados, ou mesmo aquando da criação de novos.
Ana Ribeiro, Diogo Santos, Filipa Lagoa, Guilherme Santos, Inês Marques

“Do Mar ao Pão” pelo 11º A

Uma das  experiências laboratoriais relacionadas com a alimentação sustentável que realizámos foi “Do Mar ao Pão”, durante a qual pudemos participar diretamente na produção do pão de algas e pão de marisco que tem sido desenvolvida pela Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar (ESTM) em Peniche. Foi-nos explicado em que consistia a receita, alguns conceitos básicos da produção de pão e a longa pesquisa realizada pelo IPL em conjunto com uma panificadora local, até chegar à receita final do pão de algas e do pão de marisco.
Primeiro vestimo-nos segundo as regras de segurança alimentar e, de seguida, amassámos o pão segundo as indicações fornecidas. Como existiam dois tipos de pão, obtivemos dois sabores diferentes.
Na nossa opinião, foi uma oportunidade única onde, em conjunto com as outras atividades em que também participámos, aprendemos bastante acerca de alimentação e como integrar os recursos que são mais abundantes na zona de Peniche em termos de alimentação (neste caso as algas e o marisco).
Deu-nos ainda a oportunidade de ficar a conhecer o funcionamento e alguns dos produtos desenvolvidos pelo IPL, o que considerámos útil.
João Marcelino, José Pereira, Miguel Graça, Raúl Leandro, Ricardo Lucas

terça-feira, 14 de março de 2017

Visita de estudo à ESTM durante a Ocean Open Week

A visita de duas turmas da ESFRL à  Ocean Open Week ocorreu no dia 13 de fevereiro e os alunos tiveram oportunidade de conhecer as instalações laboratoriais e experimentar e experienciar diferentes atividades.
Em jeito de balanço os alunos do 10º B consideraram esta visita extremamente enriquecedora e pertinente; reconheceram as boas instalações da escola e valorizaram o facto de terem podido realizar eles próprios as atividades e experienciar o que lhes havia sido previamente explicado por cada professor. Daí considerarem que esta visita se destacou de outras em que já participaram ao longo da escolaridade.
Uma das experiências mais controversas para os alunos foi a da degustação de pão e de gelado de algas: uns detestaram, outros gostaram muito. Depois seguiram-se outras experiências, entre as quais a relacionada com subprodutos de pescado que aqui não surge documentada.
O mar no pomar - demonstrou como as algas contribuem para a preservação e prolongamento da vida da fruta a consumir


 




 Do mar ao pão - aí meteu-se a mão na massa para fazer pão a partir de farinha de bivalves

















Intolerância à lactose - como se retira a lactose do leite?






Uma viagem pela gastronomia molecular - permitiu perceber como se processam certas inovações gastronómicas

Este contacto com produtos de proximidade geográfica abriu ainda perspetivas para a questão da localização.